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Artigo adicionado em 16/09/2006, às 03:31

Review: WONDER-WOMAN #1 – 2
Volta ao básico… ATENÇÃO, o texto a seguir contém spoilers sobre a revista anterior da Mulher-Maravilha, com fatos ainda inéditos no Brasil. Os últimos anos foram conturbados na vida de Diana: ela perdeu sua mãe, sua irmã (Tróia) e seu pretenso amor (Trevor) que se sacrificou. Viu a Medusa voltar à vida e atacar seus […]

Por
Rodrigo "Machine Boy" Parreira


ATENÇÃO, o texto a seguir contém spoilers sobre a revista anterior da Mulher-Maravilha, com fatos ainda inéditos no Brasil.

Os últimos anos foram conturbados na vida de Diana: ela perdeu sua mãe, sua irmã (Tróia) e seu pretenso amor (Trevor) que se sacrificou. Viu a Medusa voltar à vida e atacar seus amigos, viu a Ilha Paraíso ser devastada por uma deusa Hera furiosa, viu sua querida amiga, Vanessa, transformada em um monstro para atacá-la. Foi atacada pela inveja, e foi traída por amigos de trabalho. Tomou a decisão de matar Maxwell Lord, para impedir uma tragédia maior, mas com esta atitude perdeu a amizade e a confiança de seus amigos Batman e Superman. Foi julgada por todos, teve seu sonho da Embaixada de Themyscira fechada, e viu a Ilha Paraíso desaparecer junto com os deuses para impedir que seja devastada por inimigos. Perdeu amigos, família e pátria.

A Crise Infinita foi devastadora para a heroína, mas ao final da saga ela teve sua redenção. Conseguiu resgatar sua amizade com Superman e Batman. Mas decidiu se afastar de tudo e todos, e ter sua jornada de um ano fora de ação. Um ano sem Mulher-Maravilha? Nem tanto. Você sabe mais neste review.

Bem, Diana está fora de ação, mas o nome Mulher-Maravilha que já foi dela e de sua mãe Hipólita, agora esta sob novo corpo: a recém ressuscitada Donna Troy, que já foi a heroína chamada Tróia. Ela está com responsabilidade sobre si e começa a agir. Mas onde está Diana? Um ano depois, ela está de volta, mas não reassumiu o traje, e observa de longe os passos de sua irmã sob a roupa patriótica americana. Até em uma de suas missões expiatórias, acabou recebendo a visita de Batman, que a quer de volta a ação, e para isto lhe deu uma nova e falsa identidade: Diana Prince. Sua primeira missão é resgatar sua irmã das garras de suas antigas vilãs, que durante este um ano também estão modificadas – e melhores.

Dan Didio – o chefão da editora – disse que o período negro da DC Comics cessou por um tempo, Diana assim como os outros heróis sofreram demais, e quase foi seduzida pela espada. Mas, agora, ela terá sua redenção e reiniciará sua missão na terra. Apesar de que todos os caminhos a deixaram mais forte, e cada vez mais ela assume a postura de guerreira que ela tem no futuro retratado em Reino do Amanhã. Mas o melhor, vai ser uma volta ao básico, assim como Superman, vai ser uma junção de mídias. Já que podemos ver informações trocadas entre quadrinhos, filmes e seriados. Com Diana vai ser o mesmo, por muito tempo, foi deixado Diana de lado, e incorporado apenas a heroína Mulher-Maravilha. O autor Alan Heinberg (The OC, Young Avengers), quer trazer certos conceitos clássicos da heroína, e modernizar. Você vai ver muitas coisas antigas como antigos vilões, identidade secreta, uniformes e vínculos místicos. Até a famosa rodadinha para ela se transformar (lembram da série de Lynda Carter?) está de volta. Sim. É verdade.

Como já havia comentado por aqui, adorei a fase Greg Rucka – em momentos finais aqui no Brasil -, que tratou a personagem do jeito adulto. Mas a personagem chegou a um nível de tensão e tragédias, que poderia se transformar em algo que ela nunca foi, e acabar levando a uma direção contraria. Sim, a gente pode até torcer o nariz quando vê a heroína dando voltinha, cheia de estrelinhas em volta. Mas, também poderemos presenciar a volta de velhos conceitos, que não são cansativos, mas deixaram certa saudade. Vida longa a nova era de Diana. Só para terminar, a arte de Terry Dodson está cada vez dando um pulo maior de criatividade e talento, e acho que ele se encontrou no título da amazona 🙂

Wonder-Woman / Ano: 2006 (Estados Unidos)/ Editora: DC Comics / Roteiro: Alan Heinberg / Desenhos: Terry Dodson / Arte-final: Rachel Dodson / 24 páginas.

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