A ARCA - A arte em ser do contra!
 
Menu du jour! Tutu Figurinhas: o nerd mais bonito e inteligente dessas paragens destila seu veneno! GIBI: Histórias em Quadrinhos, Graphics Novels... é, aquelas revistinhas da Mônica, isso mesmo! PIPOCA: Cinema na veia! De Hollywood a Festival de Berlim, com uma parada em Nova Jérsei! RPG: os jogos de interpretação que, na boa, não matam ninguém! ACETATO: Desenhos animados, computação gráfica... É Disney, Miyazaki e muito mais! SOFÁ: É da telinha que eu estou falando! Séries de TV, documentários... e Roberto Marinho não está morto, viu? CARTUCHO: Videogames e jogos de computador e fliperamas e mini-games e... TRECOS: Brinquedos colecionáveis e toda tranqueira relacionada! Tem até chiclete aqui! RADIOLA: música para estapear os tímpanos! Mais informações sobre aqueles que fazem A Arca Dê aquela força para nós d´A Arca ajudando a divulgar o site!
Artigo adicionado em 25/11/2005, às 05:19

Crítica: FINAL FANTASY VII: ADVENT CHILDREN
Uma fantástica viagem nostálgica :: Site oficial em inglês :: Trailer promocial da E3 2005 :: Conheça mais sobre o início da saga Final Fantasy Todos vocês já ouviram falar de Final Fantasy VII. Muitos até devem ter jogado, até terminado o sétimo jogo de uma das séries mais famosas e de maior sucesso do […]

Por
Os Master


:: Site oficial em inglês
:: Trailer promocial da E3 2005
:: Conheça mais sobre o início da saga Final Fantasy

Todos vocês já ouviram falar de Final Fantasy VII. Muitos até devem ter jogado, até terminado o sétimo jogo de uma das séries mais famosas e de maior sucesso do mundo dos games. Este game mudou completamente a maneira como os jogos são vistos e criticados. Sua narrativa, seus aspectos visuais, sua trilha sonora, transformaram o que era um simples passatempo em entretenimento de verdade. Desde então, os games ficaram cada vez mais sérios, venderam cada vez mais, e aumentaram seu espaço na mídia. Sem falar que a história do jogo e seus personagens criaram uma legião selvagem de fãs. A Square-Enix (na época, a Squaresoft) sabia que ainda havia muito o que fazer com esse universo. E decidiram fazer uma continuação em um longa metragem de animação.

Final Fantasy VII: Advent Children começa dois anos após o término do game. Um rápido resumo (rápido demais) conta o básico do básico do jogo para que quem não o terminou não fique completamente perdido. Há alguns anos, uma empresa chamada Shinra começou a drenar o planeta de sua energia. Um cara mau chamado Sephiroth descobriu ser obra de uma experiência genética realizada por essa empresa, e começou a matar todo mundo, e tentou até destruir o planeta, se não fosse um grupo de heróis que consegui acabar com o vilão.

No presente, uma doença estranha e fatal chamada Geostigma está atacando muitas crianças e alguns adultos. Cloud e Tifa criaram uma empresa de transporte, que também serve como orfanato para crianças que sofreram perdas com a “queda do Meteoro“, no final do game. O filme é mais centrado nesses personagens do que nos outros, embora todos dêem as caras, cedo ou tarde.

Durante uma entrega, Cloud é atacado por um trio de irmãos muito estranhos, porém muito familiares, com cabelos brancos e atitudes psicopatas (um prêmio pra quem adivinhar o que eles são!). Eles estão atrás do que sobrou de JENOVA, para tentar novamente uma Reunião. E… só. A história é basicamente essa. Tem cara de complicada, mas é bem simples mesmo. É bem amarradinha, responde as perguntas que cria (ainda que seja difícil pegar algumas das explicações, mesmo pra quem jogou o original).

(nota: JENOVA é a coisa esquisita, possivelmente alienígena, que sofreu experiências, e dessas experiências nasceu Sephiroth. Reunião é a tentativa de reviver o tal vilão)

Um dos três grandes trunfos do filme é a animação. Aqui a Square deita e rola. Gráficos embasbacantes, unida a uma direção e fotografia criativas, que não só criam imagens magníficas, mas como também as cenas de ação mais tresloucadas, impossíveis e animais que você já viu. Jogue as leis da física pro alto junto com o filme e se delicie. Totalmente influenciadas por anime, é muito legal ver pessoas que parecem de verdade realizarem saltos e golpes tão bacanas (com destaque especial para a batalha com o summon Bahamut. Céus, o que é aquilo?) O realismo dos gráficos não é tão grande quanto o do filme lançado há algum tempo, Final Fantasy: The Spirits Within, que foi realizado pela mesma galera. Mas em algumas cenas, você quase esquece que é uma animação.

Outro trunfo é a trilha sonora. As vozes (eu assisti o filme em japonês, com legendas em português, mas porque o Emílio Elfo não estava lá para traduzir) cumprem seu papel, encaixando-se bem no que era imaginado para os personagens. Mas a música não: a música salta do filme e dança com você. É claro, quase todas são versões novas das músicas originais do game, e estão ótimas. Mas mesmo as novas, que você não reconhece, dão o tom para as cenas e arrepiam. Especialmente a música tema do Sephiroth. Essa música dá medo, caramba.

O terceiro trunfo é o resultado dos outros dois, e o principal motivo pelo filme estar sendo um sucesso: nostalgia. Se emocionar com o aparecimento de determinados personagens, descobrir o paradeiro de outros, vibrar quando a galera se junta mais uma vez e parte pra briga… Tudo ao som das melodias remodeladas. É uma viagem no tempo. O filme tem imensos atrativos para fãs de animação ou de anime que nunca jogaram o jogo, mas quem jogou vai ter muito mais proveito. Pode nem entender a história de primeira, mas vai ter um ataque de memória, lembrando porque aqueles personagens marcaram tanto.

“Final Fantasy VII: Advent Children” é um prato cheio para quase todos. É intenso, é vibrante, é belo e é simples. Claro, ver o filme pode encher sua cabeça de perguntas sobre a história, mas isso pode até acabar te levando a jogar (ou re-jogar) um clássico. E os clássicos não morrem. (Caso morram, tem sempre uma Phoenix Down!).

(Só faço uma pergunta. ONDE ESTAVAM OS BENDITOS CHOCOBOS DURANTE AS FILMAGENS?!)

Aproveite para visualizar mais imagens abaixo:

:: UAU! Hoje, dia 14 de setembro, comemoramos 20 anos do lançamento do site https://t.co/ATRXN4js2w. Muita água rolou debaixo desta ponte ao longo dos últimos anos. Deu risada, deu briga, deu casamento. Mas deu, mais do que qualquer coisa, muito orgulho, isso sim.
:: Gente, tudo bem? Tamos vivos aqui, tá. E nos cuidando. Aproveitando #tbt, olha o crossover de @thiagocardim e @rpichuebas que rolou neste episódio do @imaginasepega! #tomevacina #VivaOSuS #usemascara #ForaBolsonaro
:: RT @AnimaSomPod: Faça como o @thiagocardim e contribua também com nossa campanha do @catarse! 😄 Nos ajude a bater a meta de R$ 500 e tenha…
:: ...e olha só que o filho da @francineguilen e do @rpichuebas chegou no Twitter. Segue lá!
:: RT @imaginasepega: Não importa se você é padawan ou mestre Jedi. Este episódio do #podcast @imaginasepega é pra você, homenagem ao #StarWar…

Quem Somos | Ajude a Divulgar A ARCA!
A ARCA © 2001 - 2007 | 2014 - 2021