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Artigo adicionado em 18/08/2005, às 04:14

Crítica: HORROR EM AMITYVILLE
Começa bem, e depois afunda… VEJA TAMBÉM: :: Conheça os filmes e a verdadeira história do incidente em Amityville :: Trailer: Alta | Média | Baixa :: Site oficial em português :: Site oficial em inglês Bom, não é de hoje que os leitores mais antigos d’A ARCA sabem que o gênero “terror” não é […]

Por
Paulo "Fanboy" Martini


VEJA TAMBÉM:
:: Conheça os filmes e a
verdadeira história do incidente em Amityville

:: Trailer: Alta | Média | Baixa
:: Site oficial em português
:: Site oficial em inglês

Bom, não é de hoje que os leitores mais antigos d’A ARCA sabem que o gênero “terror” não é dos meus preferidos. Diferente dos adolescentes metidos a fodões da minha época, eu tinha medo, sim, de coisas como Freddy Krueger, Jason Vorhees e qualquer outro monstro dos filmes setentistas e oitentistas que insistiam em popularizar as prateleiras das locadoras.

Mas é só notar como muitos filmes têm caído na minha mão. Nem preciso lembrar do Madrugada dos Mortos, minha primeira incursão no gênero desde… bem, sempre! Mas tudo bem, foi até muito bom, pois consegui perder o preconceito com um filmão de primeira!

Dessa vez, fui obrigado a ver dois filmes de “terror” no mesmo dia. O primeiro foi Água Negra, o filme do diretor brazuca Walter Salles. Depois do almoço, ainda tive que enfrentar Horror em Amityville, refilmagem do clássico dos anos 70. Depois da experiência de “suspense” do filme de Salles, fui esperando o pior (no bom sentido) pois, mesmo não tendo visto o filme original, diversos amigos meus já tinham me passado que é de borrar as calças. E pensando na boa fama que o diretor / produtor Michael Bay (diretor de A Ilha) ganhou ao refilmar O Massacre da Serra Elétrica, fui preparado com uma muda de fraldas na mochila.

E adivinhem só: me decepcionei bastante. Como o próprio Zarko já disse: minha mesa aqui no escritório d’A ARCA dá muito mais medo… ^_^

E o pior é que o filme começa muito bem, contando com um pouco mais de detalhes o que aconteceu na noite em que Ronald DeFeo (Brendan Donaldson, estreando no cinema) matou seus pais e quatro irmãos enquanto dormiam. A sequência inicial é de assustadora, mostrando Ronnie enlouquecendo, carregando sua arma e matando os membros da família um a um. Os relâmpagos são a única luz que se vê dentro da casa, e cada brilho mostra uma cena diferente. É tenebroso, ainda mais quando a última a morrer é a pequena Jodie (Isabel Conner, também estreante) de apenas 7 anos. Preso, Ronald disse que matou a família obrigado por vozes que ele ouvia dentro de casa.

Um ano se passa. O casal Lutz está procurando uma nova casa para morar, e não resiste a uma pechincha que está nos classificados: uma mega mansão situada no bairro de Amityville, na cidade de Suffolk County, que fica a 30 quilômetros de Nova York. George (Ryan Reynolds, de Blade: Trinity) e Kathy (Melissa George, de Cidade das Sombras e da série de tv Alias: Profissão Perigo) nem dão muita bola quando a corretora de imóveis conta sobre a tragédia que aconteceu na mesma casa há alguns meses.

Os próximos 28 dias irão desmoronar a família Lutz. George começa a ter mudanças bruscas de personalidade, ficando cada vez mais nervoso e agressivo. A filha mais jovem, Chelsea (Chloe Moretz, que está filmando Vovó… Zona 2 – ARGH!), diz que tem uma amiguinha chamada Jodie morando na casa… e que só ela vê (!). Kathy começa a ver vultos e mensagens escritas na geladeira.

A partir de uns 30 minutos de filme, a qualidade cai absurdamente. Todos os sustos – ou projetos de sustos, depende da maneira que você vê – são cantados pela trilha sonora de Steve Jablonsky (de “A Ilha” e da refilmagem de “O Massacre da Serra Elétrica”), que assusta mais do que o próprio filme, de tão alta que é! O que leva a algo bastante interessante: esse deve ser o único filme na história que consegue assustar durante os créditos finais. Não tô brincando: a música muda o clima do nada, e muita gente que estava no cinema – inclusive eu – deu um pulo.

Mas o pior de tudo mesmo é o roteiro, mais cheio de furos que a cueca do Zarko (e não me perguntem como eu sei disso…)! Além de fatos que em nada condizem com a trama – como aparições e fantasmas (ou a falta deles) – e algumas escolhas péssimas por parte dos personagens, nota-se que o filme foi montado mesmo na sala de edição, já que muitas cenas parecem não possuir certa continuidade com as anteriores. O que deve ter de cena cortada nesse filme… ou então o roteirista Scott Kosar é ruim mesmo, já que o filme parece voar. São 28 dias que voam em praticamente uma hora e meia de projeção, meu!

Não dá: o filme não faz nada que outros já não fizeram. Na boa? Fiquem com o original.

Horror em Amityville (Título original: The Amityville Horror) / Ano: 2005 / Produção: EUA / Direção: Andrew Douglas / Roteiro: Scott Kosar / Elenco: Ryan Reynolds, Melissa George, Jesse James, Jimmy Bennett, Chloe Moretz, Philip Baker Hall / Duração: 90 min.

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