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Artigo adicionado em 18/03/2005, às 10:57

Crítica: ROBÔS
Filme não tem o carisma dos personagens d’A ERA DO GELO, e se perde em um roteiro fraquinho Robôs, o novo animado da Fox e do estúdio de animação Blue Sky, vem recebendo boas críticas e alcançou o primeiro lugar nas bilheterias norte-americanas em sua estréia, faturando R$ 36 milhões. O que isso significa? Com […]

Por
Paulo "Fanboy" Martini


Robôs, o novo animado da Fox e do estúdio de animação Blue Sky, vem recebendo boas críticas e alcançou o primeiro lugar nas bilheterias norte-americanas em sua estréia, faturando R$ 36 milhões. O que isso significa?

Com todo o respeito ao trabalho do diretor Chris Wedge e do brasileiro Carlos Saldanha, eu não saberia dizer: até hoje me pergunto como o fraquinho A Era do Gelo conseguiu tamanha aceitação entre o público. Eu só consigo pensar em duas razões, na verdade: personagens carismáticos e as peripécias do esquilinho Scratch. Na verdade, as duas são a mesma coisa.

“Robôs” não consegue repetir nem essa façanha. Falta carisma a Rodney Lataria (voz no original de Ewan McGregor, o Obi-Wan Kenobi da nova trilogia de Star Wars e, em português, de Reynaldo Gianecchini) e seus amigos robóticos. E isso só se complica com uma enxurrada de personagens em cena tão superficiais que não fazem diferença nenhuma na trama. Os vilões Dom Aço (voz de Greg Kinnear no original, e de Guilherme Briggs na versão nacional) e sua mãe, Madame Junta (voz de Jim Broadbent em inglês, e de Luiz Carlos Persi em português) não metem medo nem em sombra – o que já mata a verdadeira função deles no filme.

Além disso, “Robôs” tem outros problemas que considero graves: primeiro, deixo claro que só assisti a versão legendada (isto é, como o áudio em inglês), então não pude analisar a dublagem de Gianecchini nem de Marina Person (também conhecida como “o amor da vida do Zarko”) como Cappy. Dito isso, é impressionante notar que a sempre ótima interpretação de Robin Williams não casou com o robô Manivela, o atrapalhado amigo que Rodney conhece quando chega em Robópolis para apresentar seus inventos ao Grande Soldador (Mel Brooks no original, José Santa Cruz na versão dublada). Estou curioso para ver como André Mattos (o D. João VI da série global O Quinto dos Infernos) se saiu, porque o design do robô, seus trejeitos e maneirismos, não encaixam com a voz de Williams.

“Mas o filme é tão ruim assim, Sêo Fanboy?” Claro que não. O início, que mostra Rodney nascendo e crescendo junto a seus pais, é tão bem feito que chega a emocionar. O visual do filme, baseado nas obras do artista plástico norte-americano Rube Goldberg, são belíssimas, mesmo que às vezes fiquem muito poluídas, tamanho o uso de brilhos e cores. O design e a textura dos personagens – baseadas em veículos e aparelhos domésticos antigos – são muito bem feitas. Além disso, as sequência em que Rodney viaja pela cidade no “moderno” sistema de transportes, a dos dominós e o começo (sim, apenas o comecinho) da perseguição do herói pelos capangas de Dom Aço, mais para o final do filme, são de cair o queixo.

Mas “Robôs” fica nisso: uma diversão leve para crianças, com apenas algumas risadas ocasionais e olhe lá. Tenho fé no trabalho de Saldanha e de Wedge, mas eles terão que suar mais ainda a camisa para tentar chegar perto da qualidade do material que a PDI/Dreamworks, e principalmente a Pixar, vêm entregando. Vamos ver como A Era do Gelo 2 se sai…

E só para dizer que eu não falei nada: robôs por robôs eu fico com Transformers. ^_^ Mesmo nessa fase tosca em que eles estão. Mas acho que todos já sabiam disso… ^_^

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