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Artigo adicionado em 29/01/2005, às 03:33

Crítica: BRIGADA 49
Ai meu diabetes! Assisti Brigada 49 sem saber o que esperar. Não li nenhum comentário, muito menos vi o trailer. Acho que se não houvesse o nome de John Travolta no elenco, esse seria mais um filme que você só descobriria nas locadoras. Sim, eu sei que todos nós conhecemos o Joaquin Phoenix, mas apenas […]

Por
Paulo "Fanboy" Martini


Assisti Brigada 49 sem saber o que esperar. Não li nenhum comentário, muito menos vi o trailer. Acho que se não houvesse o nome de John Travolta no elenco, esse seria mais um filme que você só descobriria nas locadoras. Sim, eu sei que todos nós conhecemos o Joaquin Phoenix, mas apenas o nome dele não seguraria essa bomba. Pelo menos aqui no Brasil.

De uma certa maneira, até faria muito sentido ao ver esse melodrama direto nas prateleiras das locadoras. O filme é um drama como muitos já vistos por aí. Não tem nada de novo, muito menos algo que realmente faça você lembrar desse filme depois.

A história começa com Jack Morrison (Phoenix) e seus companheiros da brigada de bombeiros enfrentando um incêndio monstrona cidade de Baltimore. Ao salvar um ferido do meio da construção em chamas, Jack sofre um acidente e fica preso no meio da construção. Voltamos então ao passado, e vemos Jack chegando pela primeira vez à Brigada 49. Somos apresentados ao Capitão Mike Kennedy (Travolta) e à equipe de bombeiros que, logo de cara, pregam uma peça no novato.

A partir daí, o filme começa a ir e a voltar no tempo, alternando entre a missão de salvamento de Jack entre os destroços do prédio em chamas e o passado dos personagens até aquele terrível momento; um pouco mais de dez anos de flashback.

O filme do diretor Jay Russel é um gigantesco melodrama. Não me entendam mal: não estou dizendo que este é um filme para “pessoas sensíveis”, que é ruim ou algo que o valha. O filme é puro açúcar; o roteiro do escritor Lewis Colick faz uma força disgramada para fazer você chorar. E se isso não fosse suficiente, ainda tem a trilha sonora de William Ross, que consegue transformar uma cena já cheia de açúcar em quantidades gigantescas de melado; não há como você sair do cinema sem rezar por uma dose cavalar de insulina.

Sim, sim, as atuações estão competentes, blá blá blá… o problema é aguentar tanto drama exacerbado. Além disso, sem cenas ou diálogos que mereçam algum destaque, o filme se torna apenas mais um daqueles que é rapidamente esquecido no primeiro pedaço de pizza quatro queijos – acompanhado de uma belíssima Coca-Cola, claro – após a sessão. Nem mesmo a presença de Robert Patrick – o robô de metal líquido T-1000 de Exterminador do Futuro 2 e que também participou das últimas duas temporadas da série de TV Arquivo X – consegue trazer um momento de alegria nerd. Para desencargo de consciência, espere chegar nas locadoras. Ou passar na tv. E é isso.

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