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Artigo adicionado em 22/10/2004, às 03:33

Crítica: DIÁRIO DA PRINCESA 2
Divertido como o primeiro! Fui assistir Diário da Princesa 2 já sabendo que seria a versão dublada que seria exibida. Sim, eu sei que a dublagem nacional é uma das melhores do mundo, e mostraram sua competência – só não imaginava que ela me tiraria o prazer de ver Julie Andrews cantando mais uma vez. […]

Por
Paulo "Fanboy" Martini


Fui assistir Diário da Princesa 2 já sabendo que seria a versão dublada que seria exibida. Sim, eu sei que a dublagem nacional é uma das melhores do mundo, e mostraram sua competência – só não imaginava que ela me tiraria o prazer de ver Julie Andrews cantando mais uma vez. Depois que ela teve um câncer nas cordas vocais, muitos diziam que a atriz jamais daria ao mundo um tostão de sua bela voz, parafraseando Zé Bonitinho. Mas ela mostrou que, com muita força de vontade, podemos qualquer coisa.

Claro que a diva dos musicais cinematográficos canta apenas alguns segundos em cena, mas já seriam suficientes. Terei que ver de novo, agora legendado.

Se passaram 5 anos desde que Mia Thermopolis (a maravilhosa Anne Hathaway) havia escolhido ser princesa de Genovia, depois de um pedido de sua até então desconhecida avó, Clarisse Rinaldi (Andrews), rainha de Genovia. Já formada, Mia agora já tem idade para se tornar uma rainha, assim que sua avó deixar o trono. Mas, como sempre, as coisas se tornam mais complicadas, já que o (John Rhys-Davies, o anão Gimli da trilogia O Senhor dos Anéis) pretende colocar seu sobrinho Nicolas Deveraux (Chris Pine) na linha sucessória. Para isso, relembra uma velha lei em que a futura rainha precisa estar casada antes de subir ao trono.

Mia, agora, tem 30 dias para achar um marido ou perder definitivamente o trono de Genovia. A princesa até chega a escolher o almofadinha Andrew Jacoby (Callum Blue), mas não há química alguma entre eles. Enquanto isso, Mia começa a se apaixonar pelo metido Deveraux…

Bom, como dá para perceber, a história é bem previsível. Mas isso importa? A direção excepcional de Garry Marshall, responsável também pelo primeiro filme e famoso pelo filme Uma Linda Mulher (é, aquele da Julia Roberts), consegue dar ao filme o mesmo clima gostoso do primeiro: antes de mais nada, devemos nos divertir. E é fácil perceber como o elenco está realmente bem solto em seus papéis, e a comédia rola solta. Principalmente com as trapalhadas de Mia.

Falando em Mia, Hathaway continua maravilhosa. Na minha lista das melhores, ela divide o primeiro lugar em pé de igualdade com a também espetacular Elisha Cuthbert. O interessante de Hathaway é como ela consegue ser atrapalhada e refinada ao mesmo tempo, e nenhum dos dois estilos são forçados, o que deixa sua personagem ainda mais crível.

Mesmo assim, como no primeiro filme, eu acabei torcendo mais pelo casal formado pela Clarissa Rinaldi de Andrews, e pelo chefe da segurança real Joe de Hector Helizondo. A química entre os dois atores é fenomenal! Tanto que o romance não existe no livro escrito por Meg Cabot, e não existia no roteiro do primeiro filme: os dois atores acharam que poderia haver alí algum relacionamento, e mostraram ao diretor, que adorou.

A única coisa ruim foi ver a participação da amiga de Mia, Lilly Moscovitz (Heather Matarazzo), reduzida a uma ponta absolutamente perdida. Sim, sua personagem continua louca, mas vendo o tipo de relacionamento que as duas tinham no filme anterior, ficou chato notar que ela não faz nenhuma diferença na história dessa vez.

E agora, para terminar, um detalhe totalmente bizarro: você sabia que o Stan Lee faz uma ponta no filme? Sim, ele mesmo! Stan “The Man” Lee, criador do Homem-Aranha, do Hulk… simplesmente sem sentido! 😀 Prestem bastante atenção no início da cena do casamento. Diversão light, com personagens muito cativantes: vale levar a namorada ou até mesmo os amigos para se divertir.

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