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Artigo adicionado em 11/09/2004, às 09:44

Crítica: O TERMINAL
Todos estamos sempre esperando por algo, não estamos? Para aqueles que me indicaram maracujina, disseram para eu surtar em outro lugar e que “piti” de loló é pirulito lá na crítica do animado Yu-Gi-Oh!, essa crítica é para vocês! ^_^ Por quê? Ora, essa crítica vai ser um festival de elogios. Na verdade, o que […]

Por
Paulo "Fanboy" Martini


Para aqueles que me indicaram maracujina, disseram para eu surtar em outro lugar e que “piti” de loló é pirulito lá na crítica do animado Yu-Gi-Oh!, essa crítica é para vocês! ^_^ Por quê? Ora, essa crítica vai ser um festival de elogios. Na verdade, o que a outra tinha de rancor e ódio curtido, essa terá de açúcar.

Também, seria meio difícil falar mal de um filme do Steven Spielberg. Se bem que essa nova película não foi nada bem lá nos EUA, tomando bomba em bilheteria e crítica. Sinceramente, não entendi o porquê. Talvez tenha a ver com a expectativa: afinal, não há tubarões, dinossauros, policiais do futuro, etês ou outros elementos de fantasia tão presentes na obra no cineasta, sem falar no valor histórico e cinematográfico de filmes como A Lista de Schindler. Aqui vemos um Spielberg muito relaxado, com uma história que não tem outra razão a não ser divertir e emocionar. E ele consegue, com um roteiro muito bem resolvido e direção competente.

:: O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO?
Não importa o que cada um esteja passando, todos estamos sempre esperando por algo. Seja aquela promoção tão sonhada para o cargo de seus sonhos; seja a atenção daquela menina maravilhosa – de cabelos pelo ombro e olhos negros, inteligente, angelical e fã de Yakult (meu deus, eu falei isso alto? ^_^) – que nem sabe que você existe; seja um presente de Natal… Vivemos a expectativa de nossos sonhos, nossos objetivos e metas. O que realmente importa é o que fazemos durante esse tempo.

Tom Hanks é Viktor Navorsky, um cidadão de Krakhozia, fictício país do leste europeu. Ao chegar aos EUA, ele acaba retido pela imigração por causa de um golpe de estado que ocorreu em seu país natal, que fez com que o governo norte-americano negasse a diplomacia de Krakhozia. Traduzindo: Viktor Navorsky não pertence a nenhum país. É um ninguém. E o único lugar em que ele pode ficar sem infringir nenhuma lei é no Aeroporto Internacional JFK, em Nova York.

Sozinho, sem dinheiro, sem falar uma vírgula de inglês, o público vai descobrindo com Navorksi o que está havendo com seu país, e como é estar rodeado de pessoas e, mesmo assim, se sentir totalmente solitário. Além disso ele terá que esperar e esperar e esperar…

:: ROTEIRO LEVE, PERSONAGENS CARISMÁTICOS
O grande mérito do filme é, sem dúvida, seus personagens secundários. Stanley Tucci está ótimo como o chato e chefe da imigração Frank Dixon, e Catherine Zeta-Jones dá um brilho à sua personagem, Amelia Warren, uma comissária de bordo que tem sérios problemas de relacionamento.

Mas a grande graça do filme reside nos três trabalhadores do aeroporto que se tornam grandes amigos de Navorski: o entregador de comidas latino Enrique Cruz (Diego Luna, de Frida), o ajudante negro Joe Mulroyu (Chi McBride, da série de TV Boston Public) e o sensacional faxineiro indiano Gupta Rajan (Kumar Pallana, de Os Excêntricos Tenenbaums) que, em minha opinião, rouba o filme. Ah, e atentem para as etnias que citei. Qual a mensagem que Spielberg quis passar? ^_^

O que muita gente poderá se questionar no filme é a maneir com que Navorski encara sua situação. Deixe seus questionamentos de lado. Tente entender o personagem, quem ele é, o que ele quer. Você verá que não há nada de surreal. Apenas uma maneira diferente de encarar seus problemas.

Spielberg conseguiu colocar uma dose de romantismo na história que não tem como você não se apaixonar. E eu não estou falando exclusivamente do relacionamento entre Navorski e Warren, mas sim sobre todos os personagens do filme. Não há como você não se identificar, importa-se e torcer por eles.

Uma última coisa: PELAMORDEDEUS, como a Zeta-Jones está MARAVILHOSA! Sem noção, simplesmente. Ela, de preto. Eu casava com ela. Fácil. Mas ainda fico com a menina do Yakult (droga, falei de novo!). ^_^

Peraí: você tem hora marcada? ^_^

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